Em declarações à ANGOP, o responsável fez saber que, este ano, foram criadas as condições operacionais para a gestão, salientando a necessidade de se investir mais nas infra-estruturas de apoio à actividade turística.
Sem quantificar as receitas arrecadadas, o administrador ressaltou que já se efectua cobrança de emolumentos de acordo com o Decreto sobre as taxas de acesso às áreas de conservação ambiental.
O administrador explicou que o Parque conta com o serviço de desenvolvimento turístico em funcionamento ao nível de recepção e prestação de orientação das condições de terreno.
"O parque conta com 170 funcionários, destes, 72 estão afectos ao serviço de fiscalização (entre ex-militares e monitores da vida selvagem recrutados nas comunidades locais) devidamente treinados", adiantou.
Sobre o programa de repovoamento das espécies no parque, a fonte ressaltou que decorre bem, pois, para além do repovoamento da população de girafas na região, onde já não existiam há várias décadas, foi feito o estudo de viabilidade para se reintroduzir o rinoceronte preto, leão e elefante, espécies históricas do Parque.
Afirmou estarem empenhados na reintrodução da zebra da planície, uma das subespécies do género eqqus zebra que coabitaram com a outra subespécie zebra de montanha que ainda existe no parque.
Ressaltou a necessidade de se reforçar a população de Impala de face negra, uma subespécie que em Angola só existe no Parque Nacional do Iona e que se encontra muito vulnerável, pois o seu habitat está sob grande pressão antropogênica, devido às comunidades.
Sobre a conservação da biodiversidade, a lista faunística é composta por Orix, gazelas, olongo, chitas, girafa angolense, zebra de montanha, chacal, macaco, cão, Impala de face negra, focas, hiena castanha, entre outros. VR/SEC
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